Antônio Prado, juntamente os municípios de Ipê, Caxias do Sul, Montenegro e Porto Alegre, foi uma das cidades brasileiras selecionadas para participar do projeto piloto PNAE agroecológico. Esta iniciativa foi desenvolvida pelo Instituto Comida do Amanhã, em parceria com os Institutos Fome Zero e Regenera, com o apoio do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas e da Fundação Rockfeller.
O objetivo principal é promover a transição agroecológica utilizando o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) como vetor estratégico dessa transformação.
O projeto terá duração de 4 anos e será desenvolvido em conjunto com a gestão municipal demais atores locais para identificar oportunidades, desafios e mecanismos para ampliar a produção e a oferta de alimentos agroecológicos para a alimentação escolar.
No dia 27 de março, a nutricionista Érica Fochezatto e o engenheiro agrônomo Darlyng Oliveira Santos participaram de forma remota da reunião inaugural. A primeira reunião presencial está prevista para o mês de maio, em Caxias do Sul.
O projeto busca fomentar a transição para práticas agroecológicas na agricultura familiar, tendo como eixo central o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A proposta é explorar caminhos para incentivar a produção de alimentos saudáveis, fortalecendo arranjos institucionais e criando um modelo que possa servir como base para mudanças em políticas públicas e regulamentações em escala nacional.
Municípios contemplados na primeira fase:
Caruaru/PE
São José dos Pinhais/PR
Barcarena/PA, Abaetetuba/PA, Marituba/PA e Benevides/PA (ação conjunta)
Caxias do Sul/RS, Antônio Prado/RS, Ipê/RS, Montenegro/RS e Porto Alegre/RS (ação conjunta)
Fabrício Muriana, diretor do Instituto Regenera, também enfatizou a importância da participação. “Foi surpreendente observar o número crescente de municípios interessados em promover a agricultura local, a oferta de alimentos agroecológicos e a melhoria da nutrição nas escolas. Isso demonstra uma conscientização maior sobre as questões ambientais, a preservação da biodiversidade e o estímulo à economia regional.”
Etapas seguintes
Na próxima fase, as cidades escolhidas irão realizar um levantamento detalhado de seus sistemas de produção de alimentos, políticas de compras públicas e infraestrutura. Esses diagnósticos serão usados para desenvolver projetos-piloto que incentivem a aquisição de alimentos agroecológicos para o PNAE, com o objetivo de criar um modelo sustentável e escalável para aplicação em todo o país.
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